quarta-feira, 21 de junho de 2017

Vigilância Epidemiológica reúne profissionais e discute ações contra a Tuberculose


Profissionais que participaram da "roda de conversa" na Secretaria Municipal de Saúde
Doença pode levar o paciente a morte; em 2016 foram notificados 89 casos em Marília

A Divisão de Vigilância Epidemiológica da Secretaria Municipal de Saúde de Marília promoveu a segunda edição da Roda de Conversa sobre Tuberculose. O encontro teve representação de profissionais de enfermagem da rede básica, coordenação da Divisão de Atenção Básica e residentes da Saúde Coletiva. A finalidade foi pactuar ações com as equipes de saúde para a melhoria dos indicadores municipais sobre a doença.

Alessandra Arrigoni Mosquini, supervisora da Vigilância Epidemiológica no município, afirma que a tuberculose é um mal “esquecido pela sociedade”, doença estigmatizado e apontada como um problema para classes sociais desfavorecidas. Ela esclarece que essa associação é errônea.

Alessandra Arrigoni, da VE,
com representantes das unidades premiadas
“A doença pode ocorrer em todas as classes sociais. O bacilo causador da doença (bacilo de Koch) não escolhe classe. A tuberculose apresenta grande impacto para a saúde pública, é grave se não for descoberta em tempo hábil e pode levar o paciente a morte”, alerta.

Alessandra enfatiza, porém, que a patologia possui tratamento e é curável. Campanhas são feitas com frequência para alertar a população. Os treinamentos e a difusão de informação, entre os profissionais de saúde, visa manter a vigilância.

“Devemos lembrar que a busca de pacientes sintomáticos respiratórios (pessoas com tosse por mais de 3 semanas) pode ser realizada por todos os profissionais das equipes de saúde e em todos os lugares”, disse a enfermeira.

O acompanhamento dos números mostra que, infelizmente, o paciente é diagnosticado em unidades hospitalares já internado e não na atenção básica. Em 2016, a vigilância epidemiológica de Marília notificou 89 casos de tuberculose, sendo 42 mulheres e 47 homens. A doença matou quatro pessoas na cidade.

Durante a roda de conversa, foi realizada a premiação para as unidades que se destacaram e promoveram mais buscas de sintomáticos e coletaram baciloscopia (BK) ou exame de escarro, nos últimos três meses. As unidades vencedoras foram a UBS (Unidade Básica de Saúde) Bandeirantes e USF (Unidade Saúde da Família) Vila Real.

Texto: Carlos Rodrigues
Foto: Divulgação

Sífilis é tema em ‘roda de conversa’ com profissionais da Atenção Básica

Iniciativa faz parte do programa de fortalecimento da Atenção Básica
Capacitação, em formato dinâmico, teve participação da médica Maria Cecília Cordeiro Dellatorre

Enfermeiras da rede básica que já passaram por capacitação e realizam o teste rápido, para diagnóstico de sífilis, participaram nesta segunda-feira (19) de uma “roda de conversa” sobre a doença na Secretaria Municipal de Saúde de Marília. 

A iniciativa faz parte do programa de fortalecimento da rede básica municipal, com atuação das médicas Maria Cecília Cordeiro Dellatorre e Maria Elizabeth da Silva Hernandes Corrêa. Desde o início do ano, elas trabalham com a equipe da Atenção Básica em ações de diagnóstico, valorização de recursos humanos, desenvolvimento de habilidades e melhoria dos serviços.

O encontro contou com a participação de 14 enfermeiras do programa ESF (Estratégia Saúde da Família) e oito profissionais que atuam nas UBSs (Unidades Básicas de Saúde). O grupo compartilhou experiências sobre os processos de trabalho e especificidades das regiões de atuação.

Dra. Cecília fez apresentação, remetendo histórico da sífilis
Maria Cecília fez uma apresentação, remetendo ao histórico da sífilis, uma doença sexualmente transmissível com avanço em vários países, inclusive no Brasil. Desde 2010, quando a notificação ao Ministério da Saúde tornou-se regra, foram notificados quase 228 mil novos casos no país.

Em Marília, foram notificados 125 casos de sífilis adquirida em 2016. Neste ano, foram 35. A sífilis  congênita (transmitida durante a gestação) teve 48 diagnósticos ao longo do ano passado e 27 em 2017. Os números relativos a este ano consideram o período entre 01º de janeiro e 21 de junho.

Os esforços também visam a notificação, tendo a informação como importante arma na saúde pública. Entre as medidas de combate à doença estão o incentivo à realização do pré-natal precoce (ainda no primeiro trimestre da gestação); ampliação do diagnóstico por meio de teste rápido; tratamento oportuno para a gestante e seu parceiro; incentivo à administração de penicilina benzatina, considerada o único medicamento seguro e eficaz na prevenção da sífilis congênita. 

Em Marília, os casos diagnosticados são tratados nas respectivas unidades básicas de saúde. O município também conta com o SAE (Serviço de Atendimento Especializado), para diagnóstico e tratamento de ISTs – Infecções Sexualmente Transmissíveis e Aids.

SÍFILIS EM SP

Com diagnóstico e tratamento adequados às mães e aos parceiros, a sífilis congênita pode ser 100% evitada. Por isso, o alerta às gestantes. Segundo dados da Secretaria de Estado da Saúde, entre 1998 e 2011 foram notificados 12.089 casos de sífilis congênitas em São Paulo. Bebês podem ter má formação ou mulheres sofrerem aborto, em função da doença.

A taxa de incidência da sífilis no Estado apresentou aumento de 46% entre 2009 e 2010. Segundo o estudo do Centro de Vigilância Epidemiológica de São Paulo, o crescimento tem como um dos fatores a melhoria no processo de notificação.

Texto: Carlos Rodrigues
Foto: Divulgação

quarta-feira, 14 de junho de 2017

Caps Conviver promove Festa Junina; evento marca os 14 anos da instalação do serviço

Unidade atende 210 pacientes e promove o fortalecimento de vínculos sociais e familiares

No ritmo das festas juninas, o Caps (Centro de Atenção Psicossocial) unidade “Conviver”, um serviço da Secretaria Municipal de Saúde de Marília, comemorou 14 anos de instalação nesta quarta-feira (14). O tradicional “arraiá” reuniu pacientes e familiares numa atividade que converge à proposta terapêutica, fortalecendo vínculos sociais.


Os pratos típicos, as músicas temáticas e a quadrilha já são aguardadas pelos pacientes, conta a gerente do serviço, a assistente social Silvana Verza Garbelini. Eles também participam da preparação e decoração do espaço, localizado na avenida João Ramalho, na zona sul da cidade.

Atualmente, cerca de 210 pacientes fazem tratamento no Caps Conviver e são assistidos por uma equipe multidisciplinar formada por médicos psiquiatras, profissionais de enfermagem, psicologas, fisioterapeutas, assistentes sociais e um terapeuta ocupacional. Também atuam na unidade profissionais de portaria e serviços gerais.


“Essa comemoração é um recurso terapêutico para o fortalecimento do vínculo social. É um momento de confraternização, até porque os horários dos pacientes são específicos, conforme o tratamento de cada um. Hoje as famílais, os amigos, os profisionais de saúde, todos se encontraram. Atividades como essa promovem a reinserção, que é um dos nossos objetivos", explica Silvana.

A instalação dos Centros de Atenção Psicossocial no Brasil é uma conquista relativamente recente e faz parte da luta antimonicomial, que começou há 30 anos. Atualmente Marília conta com duas unidades sob gestão municipal, o Caps Conviver (para adultos, exceto dependentes de álcool e outras drogas) e o Caps Catavento, que atende crianças e adolescentes.


A supervisora do Programa de Saúde Mental da Secretaria Municipal de Saúde, psicóloga Simone Alves Cotrim Moreira, destaca que a conquista da inclusão e a luta antimanicomial fazem parte de uma causa, para quem pesquisa ou trabalha na assitência. O atendimento ambulatorial, indicado em muitos casos, é o tratamento substitutivo à internação psiquiátrica e apresenta excelentes resultados.

Entre os casos de destaque, tratados no Caps Conviver, está o de um homem que passou 26 anos hospitalizado. Por meio da atuação da equipe multidisciplinar, o que era segregação transformou-se em desenvolvimento de potencialidades e convivência.


O evento desta quarta-feira contou com a participação da secretária municipal de Saúde, Kátia Ferraz Santana, e do prefeito Daniel Alonso. 


A gestora da pasta destacou que a saúde mental foi tema de uma recente discussão iniciada com inúmeros órgãos (do município, Estado e  sociedade civil organizada), visando a reestruturação da rede de atenção para preservar aspectos de saúde, sociais e de cidadania.

Fotos: Júlio César de Carlis

segunda-feira, 12 de junho de 2017

Vacinação contra a gripe é prorrogada e SP passa a vacinar quem tem entre 55 e 59 anos


Segundo a Vigilância Epidemiológica do Estado, doses disponíveis contemplam extensão dos grupos

A Secretaria Municipal de Saúde de Marília, por meio do Programa Municipal de Imunização, informou na tarde desta segunda-feira (12) a prorrogação da Campanha de Vacinação Contra a Gripe e novo procedimento, orientado pelo Centro de Vigilância Epidemiológica do Estado. 

A campanha deve seguir por mais duas semanas, até o dia 23 de junho (sexta-feira) e além dos grupos anteriormente definidos pelo Ministério da Saúde e incluídos, no Estado de São Paulo, também passarão a ser imunizados adultos entre 55 e 59 anos.

Também nesta segunda-feira, a saúde municipal divulgou novo balanço. Até a sexta-feira (09) foram imunizadas 66.145 pessoas na cidade. Somente entre os grupos prioritários, inicialmente definidos, o município vacinou 46.979.

Entre os idosos, a cobertura foi de 91,85% e ultrapassou a meta, fixada em 90%. Já entre os trabalhadores da saúde atingiu 87,02% e gestantes totalizou 68,01%. No grupo das crianças, a adesão está em 65,17% e entre as mulheres que deram a luz já passou de 100% do número que foi estimado.

QUEM PODE SE VACINAR

Além do grupo prioritário, inicialmente definido, também podem se imunizar no Estado de São Paulo policiais Militares, Civis, Bombeiros, funcionários do Poupatempo, dos Correios, Defesa Civil, promotores, procuradores e defensores públicos. A inclusão destes profissionais foi feita no dia 12 de maio.

Posteriormente, o Estado incluiu policiais federais, doadores de sangue e de medula, trabalhadores do Judiciário, profissionais que trabalham com pessoas em situações de rua, cuidadores de idosos, auxiliares de classe e demais funcionários das escolas do ensino Básico e Superior, servidores das creches e trabalhadores da limpeza urbana e coletadores de resíduos.

Agora, com a nova determinação, também poderão procurar as unidades todos os adultos entre 55 e 59 anos. A Secretaria Municipal de Saúde informa que recebeu, na quinta-feira (08), mais duas mil doses. Não há informações sobre o abastecimento dos municípios nas próximas semanas, dessa forma, é importante que as pessoas interessadas já procurem a unidade de saúde mais próxima.

Texto: Carlos Rodrigues
Foto: Júlio César de Carlis

Saúde apoia comunidade para melhorias em Rosália


Referência para a população em serviços de saúde, as unidades do Programa ESF (Estratégia Saúde da Família) são também apoiadoras para intervenções de bem-estar e qualidade de vida das populações onde estão instaladas. Em Rosália, a distância do centro de Marília é o diferencial, mas com articulação é possível dar voz aos moradores.

Encontro realizado no início desde mês levou cerca de 30 pessoas à unidade. O grupo se reuniu com o subprefeito, Amador Barbosa, com mediação da enfermeira da USF Rosália, Suzana Toledo. Entre os assuntos, o tratamento de esgoto no bairro, a necessidade de melhoria na infraestrutura urbana e as carências de transportes.

Suzana pontuou questões referentes à saúde, que estão sendo acolhidas pela Secretaria Municipal, para melhorar o atendimento. O subprefeito também se comprometeu a discutir, com as secretarias competentes, ações para atender demandas específicas de Rosália.

SAÚDE DA FAMÍLIA

A proposta de abrir as unidades e envolver as equipes de saúde nas discussões, com a comunidade, contempla proposta do Ministério da Saúde para o programa ESF. Na prática, são fortalecidos os vínculos entre os profissionais de saúde e usuários, gerando maior adesão às ações de saúde preventiva. 

Texto: Carlos Rodrigues
Foto: Divulgação

sábado, 10 de junho de 2017

Marília promove I Fórum “Atenção Básica em Movimento”

Cerca de 500 profissionais da saúde municipal participam do evento que marca a mobilização pela gestão planejada e qualidade na rede

Dialogar, diagnosticar, identificar as fragilidades, oportunidades, fortalezas e ameaças, compartilhando informação para planejar, de forma participativa, um modelo de gestão focado na qualidade e valorização da vida. Estes foram os objetivos do I Fórum da Atenção Básica, promovido pela Secretaria Municipal de Saúde, nesta sexta-feira (09),  O tema desta edição foi Saúde em Movimento.

Espaço aberto ao diálogo; com a palavra as equipes de saúde de Marília
O evento, com a participação de servidores de todas as unidades, dá visibilidade a um trabalho que começou no início deste ano, com a posse da secretária Kátia Ferraz Santana e o fortalecimento da Divisão de Atenção Básica, que trabalha no suporte às UBSs e USFs.

O movimento também envolve os serviços responsáveis por atendimentos especializados, os grupos técnicos que atuam nas linhas de cuidado estabelecidas pelo Ministério da Saúde, como Saúde da Mulher, da Criança, do Adulto, Saúde Mental (entre outros), além de setores estratégicos como a Divisão de Zoonoses.

A ação começou com oficinas internas na Secretaria, já chegou às unidades e teve seu auge no evento desta sexta. O trabalho é coordenado, desde o início, pelas médicas Maria Elizabeth da Silva Hernandes e Maria Cecília Cordeiro Dellatorre, ambas com vasta experiência em saúde pública e pesquisadoras atuantes no universo acadêmico.
Prefeito Daniel Alonso destaca servidores durante Fórum

Entusiastas do SUS (Sistema Único de Saúde), as médicas compartilham com Kátia a visão de que é possível construir uma saúde pública melhor, mais resolutiva, acolhedora, com melhores condições de trabalho e profissionais engajados e valorizados.

ACREDITO NO SUS

A primeira edição do Fórum de Saúde, realizado no salão do Sun Valley, foi prestigiado pelo prefeito Daniel Alonso, pelo vereador e servidor da saúde Danilo Bigeschi (representando a Câmara Municipal), pela presidente da Associação Feminina e Maternidade Gota de Leite, Virgínia Baloni, a superintendente da HBU (Hospital Beneficente Unimar), Márcia Mesquita Serva e o representante do Comus (Conselho Municipal de Saúde), Vanderley Scaquetti.

Atenção básica com a Secretária Kátia Santana
“A saúde é apontada hoje pela população como o segundo principal problema da cidade, mas com a participação de todos, vamos superar esse desafio. Estamos recuperando Marília e vamos fazer isso por completo, inclusive na saúde. O dinheiro é curto, mas está sendo bem aplicado e nós temos o mais importante: recursos humanos”, disse o prefeito.

Virgínia Balloni, que preside a instituição parceira da saúde municipal, gestora do programa ESF (Estratégia Saúde da Família), reiterou a disposição de trabalhar pelo sucesso do modelo participativo que está sendo implantando.

Kátia agradeceu às instituições representadas e disse que foram dados os primeiros passos para o planejamento estratégico. “O Fórum foi preparado pelos próprios servidores, com a imensa colaboração da Cecília e da Beth. As nossas equipes vieram voluntariamente e estão dispostas a ‘arregaçar as mangas’ conosco. Os problemas serão superados. As soluções serão construídas de forma coletiva”, disse.

A secretária acredita que, com planejamento e participação, Marília terá uma saúde mais responsável, eficaz, resolutiva, articulada e sem interferência político-partidária.

Equipes apresentam diagnóstico da rede municipal
Após oficinas, representantes das regiões detalharam levantamentos com as equipes de cada unidade
Usando a análise de swot, ou fofa, em português (fortalezas, oportunidades, fragilidades e ameaças), dois representantes de cada região da cidade, definidos durante as oficinas na sede da Secretaria Municipal de Saúde, aplicaram questionários em todas as unidades.

Os servidores tiveram a oportunidade de apontar as dificuldades que enfrentam no dia a dia e os pontos positivos observados. Uma das etapas contou com um questionamento bem simples: você indicaria o atendimento na unidade de saúde para (...familiares de diferentes idades, sexo e perfil)? O questionamento permitiu o diagnóstico, conforme proposto pela análise de swot. 

Com a apresentação da primeira etapa e a sequência do trabalho, as médicas Maria Cecília e Elizabeth, coordenadoras das oficinas, estão otimistas. As ações nas unidades de saúde e na sede da Secretaria terão sequência e aprofundamento. Nos próximos meses, a Atenção Básica terá novo fórum.

Texto: Carlos Rodrigues
Fotos: Carlos Rodrigues e Júlio César de Carlis

quinta-feira, 8 de junho de 2017

Município investe 24,51% do orçamento em Saúde no quadrimestre, informa audiência pública

 Em sessão realizada na Câmara Municipal, Secretaria Municipal de Saúde realizou a prestação de contas

O município de Marília investiu na área da saúde R$ 35.920.099,30, em recursos próprios, no primeiro quadrimestre deste ano, ou seja, o equivalente a 24,51% do orçamento do município. A informação foi compartilhada pela Secretaria Municipal de Saúde na tarde desta quinta-feira (08), durante a audiência pública referente ao 1º quadrimestre do ano.

A folha de pagamento da saúde, de janeiro a abril, correspondeu a mais de R$ 20 milhões, ou seja, somente esse montante já contempla o mínimo legal de 15% que a legislação federal estabelece.

A União financiou a saúde de Marília com R$ 27.416.073,72 e o estado destinou R$ 1.140.934,18 à cidade. Somada, a participação dos dois entes não chega a 45% do aporte financeiro investido nos serviços municipais de saúde. 

A titular da pasta, Kátia Ferraz Santana, informou que, em todo o Brasil, a participação dos municípios no financiamento da saúde é crescente. A situação local não é diferente das demais localidades, porém em Marília a a administração municipal tem o desafio adicional de sanar pendências com prestadores de serviços e fornecedores.

Kátia revelou que, neste quadrimestre, inclusive com fornecedores, foram honradas dívidas de R$ 9,7 milhões que deveriam ter sido pagas no exercício anterior. O pagamento foi indispensável para a normalização da aquisição de medicamentos para a rede básica.

A Secretaria Municipal de Saúde informou ainda que a situação da pasta com os prestadores de serviços está regularizada. No final do ano passado, havia ameaça, inclusive, de paralisação de serviços em virtude da falta de pagametos. 

O maior dos contratos, com a Associação Feminina e Maternidade Gota de Leite, para a manutenção do programa ESF (Estratégia Saúde da Família) está totalmente regularizado.

Participaram da audiência os vereadores Wilson Damasceno, Marcos Rezende, José Carlos Albuquerque, Cícero do Ceasa, José Luiz Queiroz, Danilo Bigeschi e João do Bar. Também participaram os secretários da Fazenda, Levi Gomes, e do Planejamento Econômico, Bruno de Oliveira Nunes.

Funcionários da secretaria, representantes dos prestadores de serviços, parceiros das universidades e moradores participaram da audiência. Os vereadores fizeram perguntas sobre questões diversas, como a assitência farmacêutica, controle da leishmaniose, contratação de agentes de endemias, reformas e novas unidades, entre outras.

Texto: Carlos Rodrigues
Foto: Ligia Ferreira

USF Nóbrega faz atendimento em horário estendido para testes rápidos e Papanicolau

Profissionais fizeram o acolhimento e ofereceram exames importantes
para a saúde da mulher